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quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

O "shownalismo" mostra a sua face

O segundo filme a ser comentado por mim é O Quarto Poder. No filme, lançado em 1997, Dustin Hoffman interpreta o jornalista decadente Max Brackett, que foi fazer uma matéria simples no Museu de História Natural, em Madeline, Califórnia a respeito das demissões em massa que o governo estava fazendo. E no local estava tendo uma excursão com algumas crianças.

Entretanto, sua cobertura toma outro rumo quando o ex-segurança do museu, Sam Baily, interpretado por John Travolta, que acabara de ser demitido pela diretora do local, a Sra. Banks, reaparece no museu.

Desesperado por estar desempregado e em querer reaver o seu emprego, Baily pede para conversar cinco minutos com a Sra. Banks, mas a diretora se recusa. Diante disso, o ex-segurança saca uma espingarda na tentativa de ser ouvido por ela. Enquanto isso, Brackett está no banheiro masculino e liga para a central da emissora KDXB.

Baily percebe a presença de Max e o faz refém juntamente com a diretora e as crianças que visitavam o museu.O jornalista sente que aquela matéria o podia trazer de volta a tona e por isso, ele pretende ganhar a confiança do ex-segurança.


Max chega a ser o consultor de Baily durante as “negociações” com a polícia, tanto que a pedido do jornalista, o ex-segurança exige uma entrevista para libertar uma criança.

Antes desta entrevista exclusiva, o filme ilustra como parte da imprensa age para conseguir suas matérias. Alguns fingem personagens para conceder entrevistas, além disso, teve uma repórter que se disfarçou de enfermeira para entrar em um hospital e gravar sorrateiramente, uma entrevista. Estas atitudes são no mínimo antiéticas, tanto na ficção quanto na vida real.

Durante o filme fica evidente a fragilidade de Baily, e como e quanto Max se aproveita desta situação para transformar tudo em um grande circo. Além disso, o longa ilustra exatamente a Agenda Setting (o jogo de interesses dos veículos de comunicação em relatar apenas o que é de seu interesse e não o que é do interesse do público em si) e como parte da imprensa faz o chamado shownalismo, sendo que podiam tratar o assunto com mais seriedade e menos sensacionalismo.

O filme também mostra como uma reportagem tendenciosa e mal conduzida pode destruir com a vida de alguém e que esta matéria acaba movimentando a opinião pública, que em alguns momentos exalta a importância da mídia e a trata como O Quarto Poder, exatamente traduzido no título do longa.

PS: Só encontrei trailer em inglês e esse foi um dos melhores que achei.

segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

O jornalismo no cinema

Aproveito o mês das férias escolares e do trabalho, para recomendar três filmes para serem assistidos no conforto da sua casa. Selecionei longas que retratam um pouco sobre o jornalismo, trata-se de Todos os Homens do Presidente, O Quarto Poder e o Informante. Hoje começo com o longa Todos os Homens do Presidente. Espero que gostem dos textos e de alguma forma se interessem por eles.

Todos os Homens do Presidente é um filme baseado no assalto a Watergate, que aconteceu no dia 17 de junho de 1972. No longa lançado quatro anos depois, Dustin Hoffman e Robert Redford atuam como repórteres do Washington Post, Carl Bernstein e Bob Woodward, respectivamente.

Depois do assalto em Watergate, Bob Woodward passa a investigar o caso. O primeiro passo do repórter foi acompanhar a audiência dos cinco envolvidos. Após este fato, o vice-presidente do Washington Post, Ben Bradlee (Jason Robards) resolve deixar a matéria fica a cargo de Woodward e de Carl Bernstein.

Bob e Carl tinham diferentes personalidades, enquanto o primeiro era mais “certinho”, o outro tinha como praxe ser desorganizado. Este contraste de modos se encaixava bem quando o assunto era descobrir o que cercava o caso Watergate e qual era a verdadeira história por de trás dele.


O primeiro texto feito por ambos não foi 100% aprovado por Bradlee, que alegava inconsistência e falta de fatos, para que esta matéria fosse capa do Washington Post. Depois desta constatação, o New York Times publica uma reportagem mais completa – digamos assim – e por este motivo, Bob e Carl começam a ir atrás de tudo, mas tudo mesmo, que esteja ligado ao caso Watergate.

Os telefonemas, idas à biblioteca, enfim, tudo que tivesse nem que seja 1% de ligação ao caso Watergate, tinha sido investigado. Por causa deste aprofundamento de pesquisas, Bob e Carl começam a descobrir o quebra-cabeça e percebem que o assalto em junho de 1972 era um fato isolado de um governo corrupto, que estava prestes a ser reeleito.

No entanto, as primeiras investidas dos jornalistas não foram bem sucedidas. Apesar disso, eles não desistiram do caso e trataram de trabalhar duro para encontrar pistas, provas sobre o assunto. Mesmo com os empecilhos encontrados durante o filme, os dois repórteres do Washington Post mostraram como se deve fazer uma cobertura jornalística, que um fato pode ter várias versões e dizeres, mas o importante e fundamental é encontrar a verdade do mesmo.

Todos os Homens do Presidente, estrelado por Dustin Hoffman e Roberto Redford, e dirigido por Alan J. Pakula ilustrou de forma coerente e precisa como era a vida de um repórter nos Estados Unidos na década de 1970, pois naquela época, não existia internet e os jornalistas tinham que ir a campo de qualquer maneira para conseguir informações sobre a pauta proposta. Além disso, o longa mostra a importância de apuração de fatos e também a imparcialidade na qual um jornal aborda e relata em uma matéria jornalística.

O longa ganhou quatro Oscars em 1976, sendo eles o de Ator Coadjuvante para Jason Robards, Roteiro Adaptado, Direção de Arte e Direção de Som.

PS: Só encontrei trailer em inglês e esse foi um dos melhores que achei.

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

A internet e o jornalismo


A internet tem sido a ferramenta de mídia, que mais evolui desde o seu surgimento. Quando a web apareceu, o mundo não estava pronto e não sabia das suas dimensões, pois o conhecimento na época era tão escasso, que a grande maioria das pessoas tinha certos preconceitos com relação a esta nova mídia.

Com a evolução através dos tempos, a internet vem conquistando cada vez mais usuários e adeptos, mesmo aqueles mais resistentes as suas modernidades. Com a web, a pessoa tem um vasto acesso as informações numa velocidade instantânea.

Esta instantaneidade é demonstrada, quando um fato acontece e em questão de minutos/segundos, o mesmo é compartilhado pelo mundo inteiro.


Com a criação da web 2.0, a interação entre os veículos de comunicação e o público ficou mais próxima e assim, as empresas cativam cada vez mais pessoas para acompanharem as suas notícias e campanhas.

Além disso, os veículos de comunicação percebem que seus portais e sites precisam ter uma navegabilidade que faça o seu público não desistir de acessá-lo e também que os seus perfis nas redes sociais necessitam de uma periodicidade na qual não "suje" o perfil de quem os seguem ou curtem.

No entanto, os meios de comunicação expandem as suas notícias e publicações para celular, tablet. Isto foi feito, porque se percebeu que algumas pessoas passaram a acessar a internet móvel com mais frequência, do que pelo desktop ou até mesmo o net e notebook.

Então, os veículos de comunicação pensando em se manter no futuro digital e pensando na evolução da tecnologia de modo geral (não apenas na web 2.0), analisam cuidadosamente cada forma de interagir com o seu público, fazendo isso eles procuram manter a qualidade para atrair mais pessoas a lerem as suas notícias e compartilhar as mesmas.

Conversando com colegas de profissão, observamos que a internet tem sido uma excelente forma de divulgarmos o nosso trabalho, além de termos a resposta do público-alvo com mais rapidez e tranquilidade. E também, que sem este meio de contato, nós estaríamos atrasados perante o que é a realidade de um jornalista.

domingo, 17 de junho de 2012

Bolo simples e fácil de fazer

Quando eu iniciei a faculdade de jornalismo em 2006, eu tinha pouco tempo para fazer um lanche diferente quando chegava do trabalho e partia para a universidade.

Geralmente, era um pão com manteiga ou pão com frios, acompanhado de café com leite ou suco ou refrigerante. Eu adoro este tipo de comida antes de sair para um curso ou aula, mas tanto minha mãe quanto eu pensavámos como podíamos fazer algo diferente.

Pensamos e não chegamos a um denominador comum, até que um dia cheguei do trabalho e a minha mãe me disse, que ouviu no programa do Laércio Maciel, na rádio Globo de São Paulo, uma receita de um bolo chamado de 5 xícaras.

Ela me recomendou fazer para testarmos e ver como ele ficaria. Eu fiz a primeira vez e todo mundo gostou. O bolo é simples e prático, tanto que não precisa de batedeira, mas sim de liquidificador.

Pois bem, desde então eu tenho feito este bolo em algumas situações e aproveito que tenho o blog para passar a receita para vocês, que têm uma vida agitada ou que simplesmente gosta de fazer bolo. Além disso, por ele ser prático, vocês podem servi-lo para uma visita.

Abaixo passo a receita.

Bolo de 5 xícaras

Ingredientes

1 xícara de chá de leite
1 xícara de chá de óleo
1 xícara de chá de açúcar
1 xícara de chá de farinha de trigo
1 xícara de chá de fubá
3 Ovos
1 colher de sopa de fermento em pó

Modo de preparo

Coloque todos os ingredientes no liquidificador e bata até a massa ficar homogênea. Enquanto a massa é batida, pré-aqueça o forno. Com a massa batida, unte uma forma redonda e a coloque.

Coloque a forma no forno pré-aquecida, espere o bolo crescer e ficar no ponto. Espere esfriar e sirva.










Espero que quem fizer o bolo de 5 xícaras, goste dele tanto como as pessoas que já o provaram.

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

Um ano após a grande vitória


No dia 02 de dezembro de 2010, o meu TCC foi aprovado e acabei a faculdade de jornalismo. A comemoração após a banca aceitar o projeto durou bastante, tanto que até hoje e tenho certeza que terei essa lembrança para o resto da minha vida.

Mas, farei um pequeno balanço da minha vida como ex-universitário. E digo, que esse momento é de aprendizado e trabalho. Além disso, tenho lidado bem com a saudade do pessoal da faculdade.

Percebi que o trabalho dobrou e com elas as responsabilidades também, mas o melhor de tudo é que todo dia aprendo algo novo mesmo sem ter um professor a minha frente e mostrando os possíveis percalços que a profissão pode ter.


Além disso, percebi que posso resolver questões envolvendo o meu trabalho de modo rápido, consciente e sem afobação, graças a Deus tenho tido paciência, discernimento e jogo de cintura para lidar com os imprevistos da vida profissional.

Também mantive a minha responsabilidade em primeiro lugar e não esqueci do comprometimento, pois agora não tenho a desculpa de que sou apenas um estudante, desde que me formei sou um jornalista. Um profissional que tem comprovado a cada dia que tem competência e capacidade para prosseguir firme e forte no jornalismo.

Então, encerro esse balanço afirmando com todas as letras de que fiz a escolha certa e não me arrependo em nenhum segundo de ter iniciado e terminado o curso de jornalismo. Me orgulho da profissão que optei e graças a ela sou um homem realizado profissionalmente.

sexta-feira, 12 de março de 2010

Jornalismo é a profissão que ainda vale a pena seguir

O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu no dia 17 de junho de 2009 derrubar a obrigatoriedade do diploma para exercer a profissão de jornalismo. Após esta decisão, os comentários e conversas de quem é jornalista ou estudante era se isso tirava o profissionalismo da profissão.

No entanto, muitos esqueciam de que antigamente muitas pessoas escreviam como jornalistas, mas eram formados em história, letras e assim por diante. Por conta disso, com a derrubada da obrigatoriedade do diploma, apenas regulamentou o que já era praticado antes.

Este detalhe de não possuir o diploma, apenas fez com que a concorrência, que já é acirrada, ficasse mais complicada. Porém, acredito que algo não pode ser esquecido. Trata-se do fato de quem sabe escrever um bom texto, sobrevive no mercado de trabalho e pode viver como jornalista, sem problemas.

Claro que se a pessoa não passar por uma especificação jornalística, ela consegue escrever um texto literário, sem as normas do jornalismo. E também acaba a pessoa tendo que trabalhar com pessoas formadas ou estudando, e que já possuem um certo domínio da profissão.




Eu acredito que ser jornalista ainda vale a pena, pois esta profissão lida com prestação de serviço, serve para informar de maneira qualificada seu leitor, telespectador e ouvinte, e também nem todos que se aventuram no jornalismo, sem ter passado pelo curso superior da área teriam o mesmo jogo de cintura para encontrar fontes, sugerir pautas, etc.

E também porque para mim, ser jornalista é não faltar com a verdade, noticiar aquilo que é de mais interessante ao público.

Um pouco de mim


Este post é mais uma apresentação. Me chamo Diego Rosemberg, tenho 23 anos, moro em São Paulo. Estudo jornalismo na Estácio Uniradial, atualmente curso o sétimo e penúltimo semestre.

Trabalho para o site Fanáticos Por Futebol, sou repórter do website. Nele acompanho clubes das Séries A e B do futebol brasileiro e também o futebol internacional.

Tenho um blog sobre esportes também, que se chama Futebol e Esporte e criei este para não me limitar a escrever apenas a respeito de Esporte, mas sim procurar escrever minha opinião em diversos assuntos.

Bom é isso, vou procurar atualizar o blog semanalmente.