Fazer propaganda nas redes de televisão rende frutos financeiros, midiáticos para a emissora, o programa e seus apresentadores. Mas e o merchan espontâneo teria a mesma força?
Uma prova disso foi a propaganda que Silvio Santos fez para a Netflix. O dono do Baú mencionou no seu programa no dia 22 de fevereiro que não assiste TV, por preferir cinema, que acompanha a série "A Bíblia", oferecido pelo serviço de streaming e falou: “Se você não tem Netflix na sua casa, passe a ter. A mensalidade é de R$ 18,90, creio eu. Os donos da Netflix devem estar me vendo nos Estados Unidos e devem mandar para mim um mês de graça”.
A repercussão foi imediata, o assunto tomou conta das redes sociais dando mais visibilidade ao Silvio Santos e a Netflix. Muitas pessoas pensaram que a uma jogada de marketing do apresentador, mas quem assistiu teve a certeza que ele foi espontâneo, como sempre tem sido ao longo da sua carreira na TV.
Alheio a discussão de ser jogada de marketing ou não, a Netflix não demorou a responder Silvio Santos e o serviço de streaming ofereceu através de seu CEO, Reed Hastings, não só um mês gratuito, mas uma assinatura vitalícia. O anúncio foi feito pelo Youtube.
O caso já podia ser superado, mas a LG pegou carona e também quis visibilidade ao oferecer uma TV Ultra HD 4K (televisor de última geração) ao apresentador. A empresa sul-coreana postou um vídeo no Youtube para confirmar a oferta.
Essa situação deixa claro que quando a propaganda espontânea é realizada por alguém de credibilidade, os frutos aparecem de forma significativa e traz uma visibilidade interessante para os dois lados.
Qual será a próxima propaganda espontânea que vai sacudir de alguma forma as empresas? Vamos esperar.
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quarta-feira, 8 de abril de 2015
terça-feira, 13 de maio de 2014
A sua marca nas redes sociais
A internet é um mundo sem dono, tanto que criaram a lei Carolina Dieckmann, na qual condena vasculhos em computadores, celulares, tablets alheios. Nesse caso em específico, as fotos íntimas da atriz foram pegas e se espalharam por toda a web.
Este caso evidenciou ainda mais a velocidade e importância das redes sociais no mundo de hoje, tanto que a notícia foi compartilhada no Twitter, Facebook, Youtube, entre outros. Atento a isso, as empresas procuram manter uma boa imagem nos seus posts, com o objetivo de agregar mais fãs e manter os que já se familiarizam com as suas marcas.
Seja na área de comunicação, varejo, entre outras, as marcas fazem e devem permanecer com o conceito de atrelar os seus produtos ao seu público-alvo. Exemplo da Halls, da Chiclets e do Guaraná Antárctica estas as empresas são de premissa jovens e a cada post nas redes sociais, eles abordam o que os seus fãs mais se identificam.
No Facebook, a Halls utiliza posts mais voltados para o relacionamento (que na adolescência é o maior dilema e descobrimento), a Chiclets aborda assuntos do cotidiano da juventude, como a escola e família, enquanto o Guaraná Antárctica preza mais pela amizade, tanto que relaciona o seu refrigerante com esse sentimento.
Essas três marcas são exemplos de como deve se portar nas redes sociais, pois elas não se preocupam somente com os posts, mas também com a opinião do público nos comentários e procuram se inovar a cada postagem, sem deixar a essência proposta desde o início.
Não basta a marca ter um nome forte, ela tem que se conscientizar de que qualquer gafe pode ser crucial na perca de credibilidade e de público. A empresa deve evitar posts e comentários pessoais, ou seja, não deixar o funcionário dizer algo fora da política da instituição. E o pior deslize que pode ser cometido é ofender um fã ou a concorrência, esse é o famoso tiro no pé, na qual a marca só tende a perder.
Caso queira “cutucar” a empresa, faça de maneira sutil e de forma que não mencione a concorrente explicitamente. Um caso recente foi da Jaguar, que de forma bem-humorada em sua propaganda fez menção a concorrente Mercedes Benz e divulgou o resultado nas redes sociais.
A marca não deve esquecer da responsabilidade com a sua política e com o seu público, pois uma empresa sem fãs e credibilidade, não é forte e passa a ser apenas mais uma no mercado. Além de se manter antenada em tudo que se passa sobre o seu nome, para que não caia em gafes e pegadinhas.
Utilizar de estratégias conservadoras e inovadoras devem ser bem traçadas, pois um passo em falso pode fazer com que a grande ideia, se torne a piada do ano e o trabalho de ajustar a “casa” será árduo, abalando a confiança da empresa.
Tendo essas características, digamos de ataque e defesa, dificilmente a marca será prejudicada e caso tenha uma boa reputação, a gafe pode ser reparada em menor tempo. Neste caso, a melhor estratégia é não abusar da sorte e agir de forma consciente.
Este caso evidenciou ainda mais a velocidade e importância das redes sociais no mundo de hoje, tanto que a notícia foi compartilhada no Twitter, Facebook, Youtube, entre outros. Atento a isso, as empresas procuram manter uma boa imagem nos seus posts, com o objetivo de agregar mais fãs e manter os que já se familiarizam com as suas marcas.
Seja na área de comunicação, varejo, entre outras, as marcas fazem e devem permanecer com o conceito de atrelar os seus produtos ao seu público-alvo. Exemplo da Halls, da Chiclets e do Guaraná Antárctica estas as empresas são de premissa jovens e a cada post nas redes sociais, eles abordam o que os seus fãs mais se identificam.
No Facebook, a Halls utiliza posts mais voltados para o relacionamento (que na adolescência é o maior dilema e descobrimento), a Chiclets aborda assuntos do cotidiano da juventude, como a escola e família, enquanto o Guaraná Antárctica preza mais pela amizade, tanto que relaciona o seu refrigerante com esse sentimento.
Essas três marcas são exemplos de como deve se portar nas redes sociais, pois elas não se preocupam somente com os posts, mas também com a opinião do público nos comentários e procuram se inovar a cada postagem, sem deixar a essência proposta desde o início.
Não basta a marca ter um nome forte, ela tem que se conscientizar de que qualquer gafe pode ser crucial na perca de credibilidade e de público. A empresa deve evitar posts e comentários pessoais, ou seja, não deixar o funcionário dizer algo fora da política da instituição. E o pior deslize que pode ser cometido é ofender um fã ou a concorrência, esse é o famoso tiro no pé, na qual a marca só tende a perder.
Caso queira “cutucar” a empresa, faça de maneira sutil e de forma que não mencione a concorrente explicitamente. Um caso recente foi da Jaguar, que de forma bem-humorada em sua propaganda fez menção a concorrente Mercedes Benz e divulgou o resultado nas redes sociais.
Vídeo da resposta da Jaguar
A marca não deve esquecer da responsabilidade com a sua política e com o seu público, pois uma empresa sem fãs e credibilidade, não é forte e passa a ser apenas mais uma no mercado. Além de se manter antenada em tudo que se passa sobre o seu nome, para que não caia em gafes e pegadinhas.
Utilizar de estratégias conservadoras e inovadoras devem ser bem traçadas, pois um passo em falso pode fazer com que a grande ideia, se torne a piada do ano e o trabalho de ajustar a “casa” será árduo, abalando a confiança da empresa.
Tendo essas características, digamos de ataque e defesa, dificilmente a marca será prejudicada e caso tenha uma boa reputação, a gafe pode ser reparada em menor tempo. Neste caso, a melhor estratégia é não abusar da sorte e agir de forma consciente.
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