Há muito tempo é chover no molhado dizer sobre a montanha de informações que recebemos todos os dias, quando as acessamos pela internet na tela do celular, notebook, PC, tablet, etc. É algo sem medida e em algumas situações sem a devida apuração.
No meu texto Revista americana publica suposto Alzheimer de Jack Nicholson, pela segunda vez, mencionei sobre os boatos em torno da saúde do renomado ator de Hollywood e que a revista em questão espalhou esse rumor para vender publicações.
Volta e meia surgem notícias falsas principalmente nas redes sociais desde pessoas supostamente sequestradoras de crianças até toque de recolher inexistentes. Também é notável a quantidade de golpes que circulam.
A lista é imensa, mas principalmente pelo Whatsapp acontece esse problema e muitas vezes, pessoas mal intencionadas aproveitam para aplicar golpes pelo aplicativo. Os mais famosos usavam as marcas: McDonald's, Boticário, Kopenhagen e recentemente a Netflix.
No caso das três primeiras citadas, os ladrões usavam a reputação delas para criarem falsas promoções e quando a pessoa clicava no link malicioso, ela era direcionada para uma página na qual se preenchia um falso formulário e assim, eles obtinham os dados do desavisado.
O que me surpreende é a falta de apuração das pessoas em procurar saber se existe tal promoção, pois da mesma maneira que ela teve acesso ao golpe, ela podia se precaver ao acessar o site ou as redes sociais oficiais da marca.
Para minha ingrata surpresa, mesmo quando há o alerta sobre esses golpes, algumas pessoas juram por tudo quanto é mais sagrado, que fizeram o cadastro e estão no aguardo para receber a confirmação de sua participação naquela promoção.
Então, sinto que mesmo com a facilidade na qual temos para acessar as informações, mais ainda as pessoas acreditam naquilo que leem pela primeira vez sem se dar ao trabalho de verificar. Ou seja, as pessoas de modo geral consomem muito conteúdo, porém em algumas situações não conseguem separar o que é procedente do falso.
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segunda-feira, 8 de maio de 2017
Desinformação demais
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quarta-feira, 8 de abril de 2015
Propaganda espontânea na TV pode render frutos
Fazer propaganda nas redes de televisão rende frutos financeiros, midiáticos para a emissora, o programa e seus apresentadores. Mas e o merchan espontâneo teria a mesma força?
Uma prova disso foi a propaganda que Silvio Santos fez para a Netflix. O dono do Baú mencionou no seu programa no dia 22 de fevereiro que não assiste TV, por preferir cinema, que acompanha a série "A Bíblia", oferecido pelo serviço de streaming e falou: “Se você não tem Netflix na sua casa, passe a ter. A mensalidade é de R$ 18,90, creio eu. Os donos da Netflix devem estar me vendo nos Estados Unidos e devem mandar para mim um mês de graça”.
A repercussão foi imediata, o assunto tomou conta das redes sociais dando mais visibilidade ao Silvio Santos e a Netflix. Muitas pessoas pensaram que a uma jogada de marketing do apresentador, mas quem assistiu teve a certeza que ele foi espontâneo, como sempre tem sido ao longo da sua carreira na TV.
Alheio a discussão de ser jogada de marketing ou não, a Netflix não demorou a responder Silvio Santos e o serviço de streaming ofereceu através de seu CEO, Reed Hastings, não só um mês gratuito, mas uma assinatura vitalícia. O anúncio foi feito pelo Youtube.
O caso já podia ser superado, mas a LG pegou carona e também quis visibilidade ao oferecer uma TV Ultra HD 4K (televisor de última geração) ao apresentador. A empresa sul-coreana postou um vídeo no Youtube para confirmar a oferta.
Essa situação deixa claro que quando a propaganda espontânea é realizada por alguém de credibilidade, os frutos aparecem de forma significativa e traz uma visibilidade interessante para os dois lados.
Qual será a próxima propaganda espontânea que vai sacudir de alguma forma as empresas? Vamos esperar.
Uma prova disso foi a propaganda que Silvio Santos fez para a Netflix. O dono do Baú mencionou no seu programa no dia 22 de fevereiro que não assiste TV, por preferir cinema, que acompanha a série "A Bíblia", oferecido pelo serviço de streaming e falou: “Se você não tem Netflix na sua casa, passe a ter. A mensalidade é de R$ 18,90, creio eu. Os donos da Netflix devem estar me vendo nos Estados Unidos e devem mandar para mim um mês de graça”.
A repercussão foi imediata, o assunto tomou conta das redes sociais dando mais visibilidade ao Silvio Santos e a Netflix. Muitas pessoas pensaram que a uma jogada de marketing do apresentador, mas quem assistiu teve a certeza que ele foi espontâneo, como sempre tem sido ao longo da sua carreira na TV.
Alheio a discussão de ser jogada de marketing ou não, a Netflix não demorou a responder Silvio Santos e o serviço de streaming ofereceu através de seu CEO, Reed Hastings, não só um mês gratuito, mas uma assinatura vitalícia. O anúncio foi feito pelo Youtube.
O caso já podia ser superado, mas a LG pegou carona e também quis visibilidade ao oferecer uma TV Ultra HD 4K (televisor de última geração) ao apresentador. A empresa sul-coreana postou um vídeo no Youtube para confirmar a oferta.
Essa situação deixa claro que quando a propaganda espontânea é realizada por alguém de credibilidade, os frutos aparecem de forma significativa e traz uma visibilidade interessante para os dois lados.
Qual será a próxima propaganda espontânea que vai sacudir de alguma forma as empresas? Vamos esperar.
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